NNBRASIL - Tudo para sua embarcação e seu lazer.

Este blog reune novas tecnologias e coisas interessantes para o uso no dia-a-dia de pessoas que gostam de aventura, navegar, pescar ou simplesmente uma boa trilha! Aproveitem Abraço a todos Afonso Gomes - NNBRASIL

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

Gps VISTA no HUMMER

Published with Blogger-droid v1.6.7

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

Touchscreen pode estar com os dias contados | I/O Tecnologia

Touchscreen pode estar com os dias contados | I/O Tecnologia

POSTADO POR PEDRO MUNHOZ | 2 - FEVEREIRO - 2011

Não, não é uma brincadeira nem tampouco um prólogo para o apocalipse tecnológico, mas fato é que o touchscreen pode acabar, e em muito menos tempo do que se pensa. O material utilizado na fabricação de telas sensíveis ao toque e também nos LED e painéis solares está ficando escasso na natureza e, até o presente momento, não foi encontrado um substituto para ele.

Além de estar afetando o meio ambiente como um todo, com a emissão de gases que aceleram o Efeito Estufa, o uso desenfreado de certos materiais sem a pesquisa por meios alternativos está atingindo o mundo da tecnologia. O material utilizado na fabricação das telas de touch presente em smartphones, tablets, e-readers e monitores é o resultado da mistura de dois óxidos metálicos e se chama Óxido de Índio-Estanho (OIE). O problema é que o principal material dessa mistura, o Índio, é um subproduto da mineração de chumbo e zinco, díficilimo de ser encontrado na natureza e muito caro.

asus-t91-multi-touch-screen

O OIE é um raro exemplar de material que é, ao mesmo tempo, condutor de eletricidade e opticamente transparente. Ele é tão transparente quanto o vidro e conduz correntes elétricas, não tanto quanto os metais, mas em escala suficiente. Não há como saber o tamanho total das reservas de Índio no mundo inteiro, pelo fato de ele ser um material gerado a partir da mineração de chumbo e zinco e nem todas as minas dão-se ao trabalho de recuperar esse material. Estudos geólogicos americanos estimam que as reservas cheguem a 16 mil toneladas e a sua maioria se encontra na China.

prs-700_finger_gesture_f_lg

De acordo com estas pesquisas, levando em consideração a quantidade restante do material e o uso feito dele atualmente, as reservas devem se esgotar em meados de 2020. Estudantes da Universidade de Northwestern, em Illinois, nos EUA desenvolveram um material baseado em óxido de cádmio e uma pitada de índio, que não é tão transparente quanto o OIE mas tem condutividade três ou quatro vezes maior. Mas esse material serviria apenas como um “tapa-buracos” para a falta de Índio, pois 1°) o cádmio é um elemento químico altamente tóxico, o que demandaria um enorme cuidado no tratamento e na eliminação e 2°)materiais baseados em cádmio são muito propensos à quebras, uma caricterística que não seria muito apreciada pelos usuários, pois deveriam trocar frequentemente as telas de seus smartphones, tablets, etc.

Essa não é a única pesquisa sendo feita ná area, mas a mais promissora e segura apresentada até o momento seria com a utilização de nanofios de prata. Nas experiências recentes, ela tem mostrado transparência de até 85% e condutividade ligeiramente menor do que a do OIE. Mas há um grande problema: nanofios de prata são 10 vezes mais caros do que o já caro OIE, mas como metais mais baratos parecem não funcionar, são inviáveis. Claro que, à medida que a produção for aumentando, o preço cairá, como sempre ocorre, mas até lá, teremos de torcer para que o OIE ainda dê conta do recado. Caso contrário, ficaremos sem nossos tão queridos aparelhos de touchscreen.

Qual a sua opinião sobre o assunto? Discuta nos comentários! Obrigado pela leitura e até a próxima!